Abaixo, algumas questões com relação a mecanismos de busca na internet e o Google (Parte 1):

1) Quantos sites de busca existem no Brasil? E no mundo?


Esta é uma pergunta muito dificil de ser respondida, no entanto, posso aproximar pra você que, no Brasil existem cerca de 200 sites de buscas e no mundo uns 4.000. É claro que muitos destes são totalmente desconhecidos por muitos, mas se enquadram nesta classificação.

2) Este método é uma forma de indexação? Por quê?


Existem site de busca que utiliza o método de indexação e outros o sistema antigo: O dono do site insere o seu site em um diretório do site de busca manualmente e, a partir de então, o site torna-se visível para os visitantes do buscador. O Google utiliza o método de indexação, que, sem dúvida é mais eficaz para o usuário. Por quê? Porque o processo de indexação é automático e feito por robôs, que são programas que varrem a internet na caça de sites. O que eles fazem? Acessam o site encontrado, analisam seu código-fonte, em busca de palavras-chaves e atualizações recentes de contéudo. A partir das informações coletadas no referido site, eles enviam para um banco de dados central estas informações e esse banco torna o site disponível nos resultados de pesquisas do usuário final. O Google, em particular, ainda verifica a popularidade do site, ou seja, quanto mais sites diferentes apontarem links para o site em questão, é uma prova que ele é popular e bem aceito na internet. Então acaba ganhando relevância e ficando em posições mais destacadas no resultado de busca.


3) Como funciona a pesquisa nos sites de busca?


Foi descrito acima.


4) Por que é tão difícil achar o que se procura?


Isso é um mito. Se você informar ao buscador que quer saber mais sobre tubarões-azuis, mas na verdade o que você procura é o ciclo reprodutivo dos ornitorrincos, a máxima é verdadeira. Ou seja, o sucesso nos resultados de busca depende mais do usuário do que do buscador em si. O usuário precisa seguir os seguintes passos para obter sucesso em suas buscas : 1) Saber objetivamente o que procura; 2) Encontrar as melhores palavras-chave para o que se procura; 3) Ter conhecimento mínimo de operações boleanas (que são úteis em praticamente todos os sistemas de busca); 4) Ignorar sites que de cara já mostram ser irrelevantes para você no momento. O que vem a ser palavra-chave? Imagine que eu tenha a seguinte frase: Meu papagaio foi assassinado por um Javali. Quais são as palavras-chave nesta frase? Papagaio, assassinado (ou assassinato) e Javali. De forma bem superficial, é o método de se extrair o núcleo de um a frase ou idéia. O que significa desconsiderar artigos, pronomes, preposições etc. E operações boleanas? Que negócio é esse? Os exemplos já bastam: Se quero buscar um site que fale sobre meu vizinho, o Oswaldo Cruz (partindo do princípio que ele tenha um site, mas você desconhece o endereço), então devo colocar na busca: Oswaldo Cruz -Sanitarista - Médico -História do Brasil -FIOCRUZ. O que eu fiz? Todo mundo sabe que se eu simplesmente digitar Oswaldo Cruz na busca, 99% dos sites falarão sobre o sanitarista brasileiro e/ou sobre seu instituto. Mas lembre-se que você é objetivo na sua busca e não lhe interessa saber sobre esse cara (que descanse sem paz…) ou sobre a FIOCRUZ no presente momento. Então, ao colocar o operador boleano “-” seguido de palavras que remetem o sanitarista, todos os sites que contenham dessas palavras serão excluidos do resultado final, que aparece pra você, tornando o processo de busca menos chato e cansativo. Legal, né?
Outros operadores boleanos: “+”, “-”, “link:”, ” ” etc.

 

Continua no próximo post.

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